Emoções intensas
Medos frequentes, preocupações excessivas, irritabilidade ou dificuldade para lidar com frustrações.
Saúde mental infantil e adolescente
Compreender é o primeiro passo para cuidar. Atendimento pediátrico com escuta, acolhimento e atenção à saúde mental do seu filho, da infância à adolescência.
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Para cada fase,
um cuidado singular.
Escuta sem julgamentos
Olhar para o desenvolvimento
Acolhimento à família
Pequenos sinais merecem atenção
Nem toda dificuldade significa um transtorno. Mas, quando os sinais persistem ou interferem na rotina, buscar orientação pode ajudar a compreender o que está acontecendo.
Medos frequentes, preocupações excessivas, irritabilidade ou dificuldade para lidar com frustrações.
Dificuldades de atenção, aprendizagem ou mudanças importantes no rendimento escolar.
Alterações persistentes no sono, no apetite ou na relação com a alimentação e o próprio corpo.
Isolamento, perda de interesse ou conflitos recorrentes em casa, na escola e nas amizades.
Você não precisa esperar que as dificuldades aumentem para procurar ajuda. As suas dúvidas também merecem acolhimento.
Vamos conversar
Acolher. Compreender. Cuidar.Conheça a médica
Pediatra com atendimento voltado à saúde mental da infância à adolescência
A Dra. Ana Carolina acredita na importância de olhar para a saúde mental desde cedo. Seu atendimento é humanizado e dedicado a compreender as emoções, as dificuldades e as necessidades de cada criança ou adolescente.
Com escuta atenta e respeito à história de cada família, busca ajudar pais e filhos a encontrar caminhos de cuidado para o desenvolvimento e o bem-estar emocional.
Um cuidado que começa pela escuta
A avaliação considera a criança ou o adolescente de forma integral: sua idade, seu desenvolvimento, o contexto familiar e o que acontece em diferentes ambientes.

Entender as preocupações da família, o histórico de saúde e desenvolvimento e as mudanças observadas no dia a dia.
Considerar aspectos emocionais, sociais e comportamentais, além de informações da escola, quando pertinentes.
Orientar a família e definir um plano individualizado, incluindo avaliações complementares ou outros profissionais, quando necessário.
Informação para acolher
Cada criança tem sua maneira de sentir, aprender e se relacionar. Conheça algumas condições que podem afetar a saúde mental na infância e na adolescência.
Essas informações não permitem um autodiagnóstico. Sinais isolados não confirmam uma condição; é necessária uma avaliação individualizada.
A ansiedade pode se manifestar por meio de preocupações excessivas, medos intensos e dificuldade para lidar com situações cotidianas. Em crianças e adolescentes, pode aparecer como medo de se separar dos pais, preocupação constante com o futuro, insegurança, irritabilidade ou resistência em frequentar a escola.
Também podem ocorrer sintomas físicos, como dores de barriga, dor de cabeça, náuseas e dificuldade para dormir, especialmente em situações que provocam preocupação.
Quando a ansiedade se torna frequente e interfere na rotina, nas relações ou no desenvolvimento, uma avaliação profissional pode ajudar a compreender suas causas e definir as estratégias de cuidado mais adequadas.
O TDAH é uma condição do neurodesenvolvimento que pode envolver dificuldades de atenção, impulsividade e hiperatividade, em diferentes combinações e intensidades.
Alguns sinais incluem dificuldade para manter a concentração, esquecer tarefas e compromissos, perder objetos com frequência, agir sem pensar ou apresentar inquietação excessiva para a idade.
Essas características, isoladamente, não confirmam o diagnóstico. É necessário considerar a história do desenvolvimento, a frequência dos sintomas, sua presença em diferentes ambientes e os impactos na vida da criança ou do adolescente.
A avaliação adequada permite compreender as dificuldades, identificar necessidades específicas e orientar a família e a escola.
A depressão não se manifesta apenas como tristeza. Em crianças e adolescentes, também pode aparecer por meio de irritabilidade persistente, perda de interesse por atividades antes prazerosas, isolamento, cansaço frequente, alterações no sono e no apetite, sentimentos de culpa ou dificuldades de concentração.
Na adolescência, mudanças importantes no comportamento, queda no rendimento escolar e afastamento de amigos e familiares também merecem atenção, especialmente quando persistem ou se intensificam.
Esses sinais não devem ser tratados como simples falta de vontade ou como uma fase que necessariamente passará sozinha. Uma avaliação profissional ajuda a identificar o que está acontecendo e a estabelecer um plano de cuidado.
O sono tem papel fundamental no crescimento, na aprendizagem, na regulação emocional e no desenvolvimento infantil.
Dificuldade para adormecer, despertares frequentes, pesadelos recorrentes, resistência persistente em ir para a cama ou sonolência excessiva durante o dia podem indicar a necessidade de investigação.
As alterações do sono podem estar relacionadas à rotina, a fatores ambientais, a condições clínicas ou a questões emocionais e comportamentais.
Identificar a causa é importante para orientar hábitos saudáveis e definir, quando necessário, o tratamento adequado.
Algumas crianças e adolescentes apresentam dificuldades persistentes para regular emoções, lidar com frustrações, respeitar limites ou controlar impulsos.
Essas dificuldades podem se manifestar por meio de explosões de raiva, discussões frequentes, comportamentos desafiadores ou conflitos recorrentes em casa e na escola.
É importante compreender que nem todo comportamento difícil representa um transtorno. A idade, o ambiente, as experiências vividas e o desenvolvimento emocional precisam ser considerados.
Uma avaliação profissional ajuda a diferenciar comportamentos esperados para determinada fase de dificuldades que exigem acompanhamento, além de orientar a família sobre estratégias mais eficazes de acolhimento e manejo.
Algumas crianças apresentam dificuldades persistentes para desenvolver habilidades acadêmicas, mesmo quando recebem oportunidades adequadas de aprendizagem.
Entre as condições que podem estar envolvidas estão a dislexia, relacionada principalmente à leitura e à decodificação de palavras, e a discalculia, associada a dificuldades específicas com habilidades matemáticas.
Essas dificuldades não significam falta de inteligência, preguiça ou desinteresse. É importante investigar o desenvolvimento, as experiências escolares, possíveis fatores emocionais e outras condições que possam interferir na aprendizagem.
A identificação adequada permite planejar estratégias de apoio individualizadas e favorecer a confiança, a participação escolar e o desenvolvimento das potencialidades da criança.
O TOC pode envolver pensamentos, imagens ou impulsos recorrentes e indesejados, que provocam ansiedade ou desconforto, além de comportamentos repetitivos ou rituais realizados na tentativa de aliviar esse sofrimento.
Em crianças e adolescentes, isso pode aparecer como necessidade excessiva de verificar algo, repetir ações, organizar objetos de determinada maneira ou seguir regras rígidas para reduzir a ansiedade.
É importante diferenciar os sintomas de hábitos comuns da infância. Quando os pensamentos e comportamentos são difíceis de controlar, consomem muito tempo ou prejudicam a rotina, uma avaliação especializada é indicada.
Na infância e, principalmente, na adolescência, a relação com o corpo e com a alimentação pode sofrer influência de fatores emocionais, sociais, familiares e culturais.
Restrição alimentar importante, medo intenso de ganhar peso, preocupação excessiva com a aparência, episódios de compulsão alimentar ou comportamentos compensatórios são sinais que merecem atenção.
Essas manifestações podem estar associadas a transtornos alimentares e precisam ser avaliadas com cuidado, considerando tanto a saúde física quanto a emocional.
O acolhimento sem julgamentos e a identificação precoce são importantes para reduzir riscos e favorecer a recuperação.
Experiências difíceis, como perdas, situações de violência, acidentes, bullying ou outras vivências potencialmente traumáticas, podem afetar a maneira como crianças e adolescentes se sentem e se comportam.
Alguns sinais incluem medo intenso, irritabilidade, pesadelos, regressão de comportamentos já adquiridos, dificuldade para dormir, isolamento ou lembranças recorrentes de uma experiência dolorosa.
Nem toda experiência difícil resulta em um transtorno, mas mudanças persistentes após acontecimentos marcantes merecem atenção.
O cuidado profissional pode ajudar a criança ou o adolescente a elaborar o que viveu, recuperar a sensação de segurança e receber o suporte necessário.
Buscar ajuda não significa falhar na educação dos filhos. Significa estar atento às suas necessidades e disposto a oferecer apoio.
Família e profissionais podem caminhar juntos, com diálogo, respeito e cuidado.
Dar o primeiro passoDúvidas frequentes
Quando mudanças de humor, comportamento, sono, alimentação, aprendizagem ou convivência persistem, causam sofrimento ou prejudicam a rotina. A família também pode buscar orientação quando tem dúvidas sobre o desenvolvimento, sem precisar esperar uma piora.
Não. A idade, o ambiente, as experiências e a fase do desenvolvimento precisam ser considerados. A avaliação ajuda a diferenciar dificuldades esperadas de situações que podem precisar de acompanhamento.
A família contribui com sua percepção sobre a rotina, a história e as necessidades da criança ou adolescente. Escutar sem julgar, validar sentimentos e manter uma comunicação aberta também fazem parte do cuidado.
Entre em contato pelo WhatsApp (11) 97236-1995 para consultar disponibilidade, valores, faixa etária atendida e demais informações. O consultório fica na Praktes Health, em Santo André.
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